Roubos de carga: crimes custaram R$ 57,6 bi às indústrias em 2017

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Roubos de carga: crimes custaram R$ 57,6 bi às indústrias em 2017

Dados, referentes apenas a região Sudeste, refletem necessidade de ações

Como falamos anteriormente no texto Roubo de carga: Brasil está na lista de países mais perigosos, o nosso país figura entre os mais arriscados no mundo para distribuição de cargas. No levantamento que apresentamos da Associação Nacional do Transporte de Cargas & Logística (NTC), o roubo de carga teve alta de 42% no Brasil nos últimos quatro anos. A região sudeste, principalmente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, representam 81% de todas as ocorrências.

Recentemente, uma pesquisa revelou que na região sudeste, esse problema acumulou prejuízos profundos na indústria. Saiba mais, a seguir!

A insegurança nas rodovias tem ofuscado o crescimento de um setor estratégico para o Brasil. O número de roubos, furtos e vandalismo, custou às industrias dos quatro estados do Sudeste R$ 57,6 bilhões em 2017. Esse número representa o seguinte: quase uma em cada três empresas da região (29%) sofreu esse tipo de violência.

O levantamento foi realizado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), em parceria com a confederação nacional do setor e com as federações representativas de São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo.

Empresas e os Consumidores pagam a conta

Para os presidentes das quatro entidades estaduais, de acordo com O Globo, o ônus não é só para as empresas, com a necessidade repor as perdas e aumentar os investimentos em seguros e segurança privada. O prejuízo acaba se refletindo também ao consumidor, que acaba tendo de pagar por produtos mais caros.

Roubos e crimes nas rodovias

  • O levantamento foi realizado com 800 empresários do Sudeste;
  • Quase um terço das empresas vítimas da criminalidade, praticamente metade (48%) teve carga furtada ou roubada;
  • Em seguida vêm empatados os roubos ou furtos de máquinas e equipamentos (26,8%);
  • Roubos e crimes contra colaboradores representou 25,6%;
  • Dos 57,6 bilhões do ônus assumido pelas empresas pelos crimes, R$ 19,8 bilhões correspondem ao prejuízo direto, R$ 19,2 bilhões foram investidos em seguros contra roubo e furto e R$ 18,5 bilhões em segurança privada.

Lacre eletrônico alia tecnologia e segurança

Uma boa medida para assegurar cargas de alto valor agregado de roubos e furtos é investir em uma segurança moderna e inovadora. A solução E-SEAL, por exemplo, pode ser ideal.

Trata-se de um lacre eletrônico com habilidade de proteger malotes, documentos de segurança, entre outros bens. A bateria tem duração de 1 ano. Fechamento e Abertura com smartphone com protocolo NFC. App hunter™ Mobile para controle de violação. Memória armazena data e hora de abertura. Ideal para aplicações em que é necessária evidência de violação sem alerta.

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Por | 2018-10-11T12:28:33+00:00 11/10/2018|Categories: Segurança de Cargas|Tags: , , |Nenhum Comentário

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